Os Estados Unidos como a segunda besta de Apocalipse 13
“Depois vi outra besta que subia da terra; tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, mas falava como dragão. E exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença e faz que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta…”
— Apocalipse 13:11–12
No capítulo treze do livro de Apocalipse nos é revelada a existência de duas bestas. A primeira delas foi identificada como a Igreja Católica Romana (ver este link para estudo completo). A segunda besta teria que ser um poder que obriga o mundo a adorar a primeira besta, como diz a Escritura: “E exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença e faz que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta.”
Devemos ter em mente que, quando a Bíblia fala de uma besta, está se referindo a um reino ou poder político (Daniel 7:17). Neste caso, essa segunda besta, com chifres semelhantes aos de um cordeiro, deve ser uma potência mundial, um reino com poder suficiente para subjugar qualquer outra nação que se oponha à primeira besta. Isso porque esse exercício de poder será universal, sobre todos os habitantes da Terra: “E foi-lhe concedido que desse fôlego à imagem da besta, para que a imagem falasse e fizesse com que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.”
A interpretação que tem sido dada a essa besta é que ela representa os Estados Unidos da América. Não é surpresa para ninguém que esse país se posiciona como a superpotência mundial, estando acima de qualquer outra nação quando se trata de poder militar, político e econômico.
Algumas das características que compõem essa besta são:
Inicialmente, a besta sobe da terra:
Em Apocalipse vemos dois contrastes entre as bestas. A primeira, que é identificada como a Igreja Católica, sobe do mar/águas; isso representa regiões densamente povoadas (Apoc. 17:15). Em contraste, sair da terra significa surgir de um lugar pouco povoado.
Os Estados Unidos ascenderam ao poder longe das regiões densamente povoadas do mundo. Cresceram de forma constante e relativamente silenciosa (como uma planta em crescimento), principalmente sem conquistar da mesma maneira que as bestas anteriores, que foram descritas como devoradoras, pisoteadoras e conquistadoras. A primeira besta surgiu das nações densamente povoadas da Europa: o Velho Mundo. Esta segunda besta surge de uma área menos povoada: o Novo Mundo.
Tem dois chifres semelhantes aos de um cordeiro:
Os Estados Unidos foram fundados sobre princípios cristãos de liberdade e livre-arbítrio. Baseados no protestantismo e no republicanismo, eram radicalmente diferentes de qualquer outra nação da época, pois ofereciam liberdade religiosa e liberdade civil. Assim como Cristo não obriga ninguém a escolhê-Lo ou amá-Lo, os Estados Unidos propuseram garantir que ninguém fosse forçado a crer de determinada maneira.
Levanta-se depois que a primeira besta cai:
Os 42 meses (1.260 anos) da primeira besta terminaram em 1798, quando o poder do papado foi enfraquecido e o papa foi feito prisioneiro. Os Estados Unidos estavam ascendendo ao poder no final do século XVIII, no momento oportuno. Em 1776, foi adotada a Declaração de Independência.
Obtém influência global e poder significativo:
Os Estados Unidos tornaram-se a nação mais poderosa do planeta, capazes de exercer influência mundial — algo que fazem com frequência. A profecia inclusive indica que realizará sinais e prodígios, o que aumentará ainda mais sua influência.
Essa segunda besta, identificada como os Estados Unidos da América, usará seu poder para subjugar qualquer outra nação que se recuse a adorar a primeira besta, identificada como a Igreja Católica Romana, pois a marca da besta é apresentada como universal:
“E exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença e faz que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta.” — Apoc. 13:11–12
A Imagem da Besta como União de Estado e Igreja
“E engana os habitantes da terra com os sinais que lhe foi permitido fazer diante da besta, mandando aos habitantes da terra que façam uma imagem à besta que teve a ferida de espada e voltou a viver.” – Apocalipse 13:14
Já que agora temos conhecimento de quem são essas duas bestas de Apocalipse 13, devemos identificar qual é o propósito que esses dois poderes políticos servem. A característica mais proeminente é que eles fazem uma união para exaltar a primeira besta, ou seja, o poder romano. Com isso, criam algo que se chama a “imagem da besta”.
Uma imagem serve para fazer referência a algo ou mostrar as características de algo, não estaríamos de acordo com essa definição? Neste caso, o Estado se uniria com a igreja e faria refletir suas crenças em seus decretos e legislações, ordenando aos habitantes que seguissem certas leis e normas que não existiriam anteriormente se não fosse pela união desses dois poderes.
De acordo com a Bíblia, o decreto que seria imposto sobre a humanidade é a marca da besta:
“E fazia que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, se lhes desse uma marca na mão direita ou na testa; e que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse a marca ou o nome da besta, ou o número do seu nome.”
Essa marca temos identificado como a adoração ao domingo forçada por lei (ver link para estudo completo).
Uma vez que esses dois agentes se unam, não será tão diferente das Idades das Trevas, quando a Igreja tinha todo o poder, até acima do Estado, a ponto de perseguir aqueles que se opunham às suas crenças e ao seu sistema religioso. Haverá uma perseguição semelhante contra o povo de Deus, especialmente contra aqueles que guardam os MANDAMENTOS DE DEUS, especificamente os que se recusam a renunciar à sua lealdade a Deus guardando o sábado bíblico e não o domingo.
Serão criadas leis nas quais a adoração ao domingo será forçada, desvalorizando e obrigando as pessoas a trabalhar no sábado de Deus para substituí-lo pelo falso dia de descanso, que é o domingo. Esse conceito de leis dominicais não é novidade; atualmente, existem lugares no mundo que possuem leis dominicais.
Também no passado foram implementadas:
“Foi a Santa Igreja Católica que mudou o dia de descanso do sábado para o domingo, o primeiro dia da semana. E não apenas obrigou todos a guardarem o domingo, mas, no Concílio de Laodiceia, no ano 364 d.C., anatematizou aqueles que guardavam o sábado e exortou todos a trabalharem no sétimo dia sob pena de anátema.”
— Sacerdote católico T. Enright, CSSR, Kansas City, MO
Naquele momento se cumprirá o que foi dito:
“Então o dragão se encheu de ira contra a mulher, e foi fazer guerra contra o restante da descendência dela, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo” (Apocalipse 12:17) — “para que a imagem falasse e fizesse matar a todo aquele que não a adorasse” (Apocalipse 13:15).
Como a adoração no domingo está ligada ao 666?
“Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.” – Apocalipse 13:18
A história mostra que os sacerdotes babilônicos usavam amuletos para representar o cosmos. Um dos amuletos mais proeminentes estava ligado ao deus sol. Na parte frontal do amuleto, podia-se ver a imagem do sol acima do leão babilônico.
Na parte posterior havia algo conhecido na numerologia como o “quadrado mágico do Sol”, que tinha seis casas na horizontal e seis na vertical, cada uma contendo um número. Ao somar os valores das seis casas, chega-se ao número 666.
É interessante notar que a Igreja Católica Romana venera o dia do sol (Domingo, do inglês Sunday) e afirma que este é o seu marca de autoridade. Além disso, muitos papas utilizaram o título “Pontifex Maximus”, que em latim significa “sumo sacerdote pagão”, um título dado aos sacerdotes de mais alta posição na Babilônia. Em conclusão, o número 666 tem raízes na adoração ao sol, e a Igreja possui um histórico de origem pagã.
Qual poder imporá a marca da besta?
A Bíblia nos revela qual poder implementará a marca da besta, principalmente no livro de Daniel, capítulo 7:
Daniel 7:25 “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”
A Igreja Católica Romana se encaixa nessa descrição. Esse poder é o mesmo que admite ter mudado a solenidade do sábado para o domingo:
“O domingo é a nossa marca de autoridade… A Igreja (Católica) está acima da Bíblia, e essa transferência da observância do sábado é a prova disso..” — Catholic Record, September 1, 1923, London
A Igreja Católica Romana também removeu o segundo mandamento (não fazer imagens esculpidas) do catecismo oficial. Com essas duas características, ela se encaixa perfeitamente com o versículo de Daniel 7 que diz: “e cuidará em mudar os tempos e a lei.”
A Bíblia nos revela qual poder implementará a marca da besta, principalmente no livro de Daniel, capítulo 7:
Daniel 7:25 “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”
A Igreja Católica Romana se encaixa nessa descrição. Esse poder é o mesmo que admite ter mudado a solenidade do sábado para o domingo:
“O domingo é a nossa marca de autoridade… A Igreja (Católica) está acima da Bíblia, e essa transferência da observância do sábado é a prova disso..” — Catholic Record, September 1, 1923, London
A Igreja Católica Romana também removeu o segundo mandamento (não fazer imagens esculpidas) do catecismo oficial. Com essas duas características, ela se encaixa perfeitamente com o versículo de Daniel 7 que diz: “e cuidará em mudar os tempos e a lei.”
Advertência FINAL da Terra
“Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro” — (Revelation 14:9–10)
Como parte das mensagens dos três anjos em Apocalipse, capítulo 14, somos advertidos de que a mensagem final é uma ADVERTÊNCIA para não receber a marca da besta. Aqueles que a receberem participarão e experimentarão a ira de Deus sobre si, manifestada nas sete últimas pragas.
“Vi no céu outro sinal grande e admirável: sete anjos tendo os sete últimas pragas, pois com estes se consumou a cólera de Deus.” — (Revelation 15:1)
“Quando a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido quanto à obrigação do verdadeiro sábado, então todo aquele que transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem autoridade superior à de Roma, estará honrando o papado acima de Deus. Está adorando a besta e a sua imagem.”
— O Grande Conflito
Desde as evidências arqueológicas e históricas que demonstram que a Bíblia é um documento confiável e verdadeiro, até as profecias mais relevantes dos últimos dias, a série “Ataque Total” nos ensina os métodos de engano e ataque usados por Satanás contra Cristo, e como os eventos finais deste mundo se desenrolarão.